Em outubro, Portugal torna-se palco de um diálogo necessário entre a tradição jurídica e a modernidade tecnológica: especialistas em contratação pública reunir-se-ão em quatro cidades para debater a iminente revisão do Código dos Contratos Públicos e o lugar que a inteligência artificial ocupa — e deve ocupar — nas decisões do Estado. É o momento em que a burocracia encontra o futuro e precisa de o compreender antes de o regulamentar.