Jorginho critica arbitragem após derrota do Flamengo para São Paulo na estreia do Brasileirão

A gente continua passando, passando, e o futebol brasileiro com essa arbitragem
Jorginho desabafa sobre a condução de Wilton Pereira Sampaio na derrota do Flamengo para o São Paulo.

No Morumbis, o apito final de uma partida de futebol tornou-se o estopim de uma reflexão mais ampla sobre justiça, poder e os limites da resignação. O Flamengo perdeu para o São Paulo na abertura do Brasileirão de 2026, mas a derrota que mais doeu foi a sensação de impotência diante de decisões arbitrais que os jogadores consideraram injustas. Jorginho, expulso por reclamar após o apito final, tornou-se o rosto de uma frustração coletiva que aponta para algo além do placar — a desconfiança crônica no sistema que deveria garantir a equidade do jogo.

  • O Flamengo chega à Supercopa do Brasil contra o Corinthians com apenas uma vitória em seis jogos, carregando o peso de um início de temporada que já soa como crise.
  • Nos últimos segundos do jogo, um possível deslocamento em Arrascaeta não foi marcado pelo árbitro nem revisado pelo VAR, e a bola foi para fora — encerrando qualquer esperança rubro-negra de reação.
  • Jorginho não conteve a frustração e foi expulso após o apito final por reclamar da arbitragem de Wilton Pereira Sampaio, acusando-o de ser tendencioso durante toda a partida.
  • Em entrevista à TV Globo, o meio-campista foi além do episódio isolado e apontou um problema sistêmico: 'A gente continua passando, passando, e o futebol brasileiro com essa arbitragem.'
  • A expulsão simbólica de Jorginho — sem agressão, sem ofensa grave — revela um time que sente perder não apenas por sua própria performance, mas por forças que escapam ao seu controle.

O apito final no Morumbis não encerrou apenas uma partida — acendeu uma reclamação que transbordou para fora do campo. O Flamengo abriu o Brasileirão com uma derrota para o São Paulo que deixou os jogadores rubro-negros em fúria, menos pelo resultado em si do que pela forma como ele foi construído. O árbitro Wilton Pereira Sampaio conduziu a partida de um jeito que irritou profundamente o elenco, e Jorginho foi quem pagou o preço: expulso por não conseguir conter a frustração após o apito final.

O lance que concentrou toda a revolta aconteceu nos últimos segundos. Rafael fez uma defesa importante, mas na sequência Arrascaeta chutou para fora reclamando de ter sido deslocado por Alan Franco — um contato que, na visão do Flamengo, merecia falta. Wilton não marcou nada. O VAR não foi acionado. O jogo terminou com aquela sensação de injustiça suspensa no ar.

Já nos instantes finais, Jorginho desabafou com a TV Globo. Segundo ele, o árbitro marcou faltas sempre para um lado, sem revisar suas decisões. Reconheceu que o São Paulo desperdiçou tempo durante todo o jogo e que o Flamengo saía sem os três pontos que precisava. Concedeu que 'faz parte do futebol', mas foi além: 'A gente continua passando, passando, e o futebol brasileiro com essa arbitragem' — deixando implícito que o problema era sistêmico.

O momento não poderia ser pior. O Flamengo enfrenta o Corinthians na Supercopa do Brasil no domingo, 1º de fevereiro, em Brasília, chegando com apenas uma vitória em seis jogos oficiais na temporada. A expulsão de Jorginho tornou-se símbolo de uma frustração coletiva — a de um time que se vê prejudicado não apenas pela própria performance, mas por decisões que escapam ao seu controle.

O apito final no Morumbis marcou não apenas o fim de uma partida, mas o início de uma reclamação que ecoaria para fora do campo. Flamengo e São Paulo abriram o Campeonato Brasileiro com um resultado que deixou os rubro-negros em fúria — não tanto pela derrota em si, mas pela forma como chegou até ela. O árbitro Wilton Pereira Sampaio conduziu a partida de um jeito que irritou profundamente os jogadores do Flamengo, especialmente o meio-campista Jorginho, que não conseguiu conter a frustração após o apito final e acabou expulso por suas reclamações.

O lance que acendeu os ânimos aconteceu nos últimos segundos do jogo. Rafael fez uma defesa importante em uma cabeçada de Bruno Henrique, mas na sequência Arrascaeta chutou a bola para fora. O jogador do Flamengo reclamava de ter sido deslocado por Alan Franco, um contato que, na visão dos rubro-negros, deveria ter resultado em uma falta. Wilton Pereira Sampaio não marcou nada. O VAR também não foi acionado. O jogo terminou assim, com aquela sensação de injustiça que fica pendurada no ar.

Jorginho não deixou a questão morrer no campo. Já nos instantes finais, ainda aquecido pela adrenalina e pela frustração, o meio-campista desabafou com a TV Globo. Segundo ele, o árbitro havia sido tendencioso durante toda a partida, marcando faltas "meio a meio" sempre para um lado, sem revisar suas decisões, sem sequer olhar direito para o que estava acontecendo. "Foi incrível o que ele fez aqui", disse Jorginho, referindo-se a Wilton Pereira Sampaio. Ele reconheceu que o São Paulo havia desperdiçado tempo durante o jogo inteiro, e que o Flamengo saía dali sem os três pontos que tanto precisava. "Faz parte do futebol", concedeu, mas a resignação tinha limites. "A gente continua passando, passando, e o futebol brasileiro com essa arbitragem", completou, deixando implícita a ideia de que o problema era sistêmico.

O timing da derrota não poderia ser pior. O Flamengo agora enfrenta a Supercopa do Brasil contra o Corinthians neste domingo, 1º de fevereiro, às 16h, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Chega lá carregando o peso de um começo de temporada desastroso. Em seis partidas oficiais até agora, o time dirigido por Filipe Luís conquistou apenas uma vitória, empatou uma vez e perdeu quatro. Esses números não deixam espaço para interpretação: o Flamengo está em crise, e uma derrota polêmica na estreia do Brasileirão só piora o clima.

A expulsão de Jorginho após o apito final é um símbolo dessa frustração coletiva. Não foi uma agressão, não foi uma ofensa grave — foi um jogador que não conseguiu engolir o que via como uma injustiça. E talvez por isso mesmo sua fala ressoe: porque reflete o sentimento de um time que se vê prejudicado não apenas pela própria performance, mas por decisões que escapa ao seu controle. O Flamengo segue em busca de respostas, tanto dentro quanto fora do campo.

Foi incrível o que ele fez aqui. Toda falta meio a meio já era para um lado, o cara vai, nem revisa, nem olha o que aconteceu, simplesmente acaba o jogo.
— Jorginho, à TV Globo
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que Jorginho foi expulso se o jogo já tinha terminado?

Model

Ele reclamou da arbitragem após o apito final. Wilton Pereira Sampaio o expulsou por isso — não foi durante o jogo, foi pela reação dele nos instantes finais.

Inventor

E qual era o lance que tinha deixado todo mundo tão irritado?

Model

No último momento, Arrascaeta chutou para fora, mas reclamava que Alan Franco o tinha deslocado. Deveria ter sido falta. O árbitro não marcou, o VAR não foi chamado, e pronto — fim de jogo.

Inventor

Jorginho disse algo específico sobre como o árbitro conduziu a partida?

Model

Disse que Wilton Pereira Sampaio marcava todas as faltas "meio a meio" sempre para o mesmo lado, sem revisar, sem nem olhar direito. Basicamente, que a arbitragem foi tendenciosa do começo ao fim.

Inventor

Mas o Flamengo estava jogando bem? Ou a derrota foi só culpa da arbitragem?

Model

Não dá para saber só por isso. O que sabemos é que o São Paulo desperdiçava tempo o jogo todo, e o Flamengo saiu sem os três pontos. Mas olhando para a temporada — uma vitória em seis jogos — fica claro que o problema é maior que uma partida.

Inventor

Qual é o próximo desafio do Flamengo?

Model

Supercopa do Brasil contra o Corinthians, domingo, em Brasília. Chegam lá com essa derrota ainda fresca e um começo de temporada que assusta qualquer torcedor.

Quer a matéria completa? Leia o original em Espn Brazil ↗
Fale Conosco FAQ