Em um mercado onde 'gratuito' se tornou uma promessa ambígua, a ciência agora confirma o que muitos jogadores intuíam: os mecanismos que sustentam os jogos sem custo de entrada replicam, com precisão perturbadora, a psicologia das apostas. Um estudo publicado na Frontiers in Public Health revela que a receita desses jogos se concentra em um pequeno grupo de grandes gastadores — os chamados 'ballenas' — cujo comportamento de consumo espelha padrões há muito associados ao jogo de azar. A descoberta chega num momento em que reguladores ao redor do mundo começam a questionar se a linguagem da indú
Jogos gratuitos usam táticas de apostas para gerar receita, aponta estudo
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