Em Montreal, João Fonseca encontrou os limites naturais de uma jornada promissora. O jovem brasileiro, que havia superado Tsitsipas e Ruud com autoridade, deparou-se nas oitavas de final com Ben Shelton — um adversário que soube transformar os momentos decisivos em vantagem concreta. A derrota por 2 sets a 0 não apaga o caminho percorrido, mas lembra que o crescimento no tênis de elite é feito de derrotas tão formativas quanto as vitórias.