Janet Yellen, que conduziu o Federal Reserve e o Tesouro americano em momentos decisivos, voltou a ocupar o centro do debate econômico global ao alertar, num painel na Expert XP, que a inflação nos Estados Unidos pode superar a meta de 2% por razões que se acumulam silenciosamente: choques de oferta, a fome energética da inteligência artificial e as turbulências geopolíticas do Oriente Médio. Diferente dos anos 1990, quando Greenspan apostou na produtividade tecnológica para conter os preços e acertou, Yellen argumenta que desta vez os números ainda não sustentam essa aposta — e que o banco ce