Longevity AI permite visualizar a sua vida aos 100 anos através de IA

Como queremos viver mais tarde? A pergunta que a IA torna visível.
A Longevity AI convida os utilizadores a refletir sobre como as escolhas presentes moldam o envelhecimento futuro.

Numa época em que viver até aos cem anos deixou de ser exceção para se tornar horizonte possível, a seguradora portuguesa Fidelidade lançou a Longevity AI — uma plataforma que usa inteligência artificial para devolver ao utilizador uma imagem de si mesmo no futuro. Desenvolvida em parceria com a COMON e a Darkmatter, a experiência transforma hábitos e escolhas presentes em narrativas visuais e sonoras sobre o envelhecimento. É, no fundo, uma tentativa de tornar concreto aquilo que a mente humana tende a adiar: a contemplação do próprio futuro.

  • A esperança média de vida cresce, mas a capacidade de imaginar esse futuro longo permanece abstrata para a maioria das pessoas — e é essa lacuna que a Fidelidade quer preencher.
  • A plataforma Longevity AI gera imagens, narrativas e vídeos personalizados que mostram ao utilizador como poderá ser aos cem anos, com base nas suas respostas sobre hábitos e rotinas.
  • O projeto envolve três parceiros — Fidelidade, COMON e Darkmatter — e combina dados, inteligência artificial e storytelling numa experiência descrita como imersiva.
  • A iniciativa coloca uma pergunta incómoda no centro da experiência: as escolhas que fazemos hoje estão a construir o futuro que desejamos?
  • A plataforma está disponível ao público e posiciona a Fidelidade não apenas como seguradora, mas como interlocutora de uma conversa crescente sobre qualidade de vida na terceira idade.

A Fidelidade, seguradora portuguesa com mais de dois séculos de história, lançou a Longevity AI — uma experiência digital que convida as pessoas a imaginarem-se aos cem anos. O funcionamento é direto: o utilizador responde perguntas sobre os seus hábitos e escolhas de vida, e a inteligência artificial constrói uma jornada visual personalizada, com imagens do envelhecimento, uma narrativa que acompanha essa trajetória e um vídeo final onde o próprio utilizador se vê e se ouve com um século de vida.

O projeto nasceu de uma parceria entre a Fidelidade, a agência COMON e a Darkmatter, e está disponível através de uma plataforma digital dedicada. A ideia central é tão simples quanto provocadora: como queremos viver mais tarde? E como as decisões de hoje moldam esse futuro?

A justificação para o lançamento assenta numa realidade demográfica incontornável — a esperança média de vida está a aumentar, e com ela cresce a necessidade de pensar o envelhecimento de forma mais concreta. Em vez de uma reflexão vaga sobre "viver mais tempo", a Longevity AI materializa as consequências das escolhas presentes numa imagem real do futuro.

Tecnicamente, a experiência combina dados fornecidos pelo utilizador, inteligência artificial que os processa, e storytelling que transforma padrões em história pessoal. O resultado é descrito como imersivo — uma participação ativa na própria projeção futura, num momento em que a pergunta "quem quero ser aos cem anos?" nunca foi tão urgente nem tão possível de responder.

A Fidelidade, seguradora portuguesa com mais de dois séculos de história, lançou uma experiência digital que convida as pessoas a imaginarem-se aos cem anos. Chama-se Longevity AI, e funciona assim: você responde perguntas sobre seus hábitos, rotinas e escolhas de vida. A inteligência artificial processa essas respostas e constrói uma jornada visual até aos cem anos — imagens que o mostram envelhecendo, uma narrativa personalizada que acompanha essa trajetória, e um vídeo final onde você se vê e se ouve com cem anos de idade.

O projeto nasceu de uma parceria entre a Fidelidade, a agência COMON e a Darkmatter, e está disponível ao público através de uma plataforma digital dedicada. A ideia subjacente é simples mas provocadora: como queremos viver mais tarde? E, por extensão, como as decisões que tomamos hoje moldam o futuro que nos espera.

A Fidelidade justifica o lançamento com uma observação demográfica clara. A esperança média de vida está a aumentar, e com ela cresce a reflexão sobre o envelhecimento e a qualidade de vida na terceira idade. A empresa vê na Longevity AI uma forma de tornar essa reflexão mais concreta e tangível — menos abstrata, mais próxima do dia a dia das pessoas. Em vez de pensar vagamente em "viver mais tempo", você vê-se efetivamente aos cem anos, com as consequências das suas escolhas presentes materializadas diante de si.

Tecnicamente, a experiência combina três elementos: dados (as respostas que você fornece), tecnologia (a inteligência artificial que processa esses dados), e storytelling (a narrativa que transforma números e padrões em história pessoal). O resultado é descrito como uma experiência imersiva — algo que vai além da informação estática e convida o utilizador a participar ativamente na sua própria projeção futura.

O timing do lançamento não é casual. Numa época em que as pessoas vivem mais anos do que nunca, questões sobre como envelhecer bem, que hábitos cultivar, que escolhas fazer, ganham urgência. A Longevity AI oferece uma resposta tecnológica a uma pergunta cada vez mais humana: quem quero ser quando tiver cem anos? E, implicitamente, o que preciso fazer hoje para chegar lá da forma que desejo.

Tornar a longevidade mais concreta, tangível e próxima do dia a dia das pessoas
— Fidelidade, em comunicado
Como queremos viver mais tarde?
— Pergunta central da experiência Longevity AI
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Porque é que uma seguradora decide criar uma experiência de IA sobre envelhecimento? Parece um passo estranho para uma empresa de seguros.

Model

Não é tão estranho quanto parece. As seguradoras lidam com risco e longevidade todos os dias — é o seu negócio. Mas a Fidelidade está a fazer algo diferente: em vez de apenas calcular prémios, está a convidar as pessoas a pensar sobre como querem viver mais tempo. É uma forma de aproximar a empresa das pessoas, de tornar a longevidade menos assustadora e mais pessoal.

Inventor

E a inteligência artificial nisto tudo? O que muda por estar envolvida?

Model

A IA permite personalização à escala. Cada pessoa responde a perguntas sobre os seus hábitos, e a máquina cria uma narrativa única, imagens únicas, um vídeo único. Seria impossível fazer isto manualmente para milhões de pessoas. A IA torna-o viável.

Inventor

Mas será que ver-se aos cem anos muda realmente o comportamento das pessoas?

Model

Essa é a questão verdadeira, não é? A experiência não promete mudar nada. Apenas torna visível algo que era invisível — a consequência das suas escolhas. Se isso muda comportamento, é responsabilidade de cada um.

Inventor

Há algo que te surpreenda nesta iniciativa?

Model

Sim. O facto de uma empresa de 218 anos de história estar disposta a experimentar com tecnologia tão recente e especulativa. Mostra que até as instituições tradicionais percebem que o futuro da longevidade é uma conversa que precisa de ferramentas novas.

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