No segundo trimestre de 2026, a Itaúsa confirmou o que holdings bem geridas costumam demonstrar: que a diversificação disciplinada de capital pode transformar ventos contrários em crescimento consistente. Com lucro líquido de R$ 4,3 bilhões e alta de 7%, a holding controlada pela família Setubal colheu os frutos de um portfólio que avançou em múltiplas frentes — do crédito bancário ao calçado, do gás ao saneamento — mesmo quando uma de suas apostas ainda não encontrou o equilíbrio esperado.