No coração de um dos verões mais implacáveis do Golfo Pérsico, o Irã atingiu uma usina de energia e dessalinização do Kuwait, tocando em algo mais profundo do que circuitos e turbinas: a própria sede de uma nação. Em um país onde 90% da água potável nasce do mar transformado por tecnologia, atacar essa infraestrutura é atacar a condição mínima da vida humana. O pequeno Kuwait, preso entre a geopolítica de Teerã e Washington, agora pede à sua população que economize eletricidade a 46 graus — não como gesto cívico, mas como ato de sobrevivência.
Irã ataca usina de energia e dessalinização no Kuwait em meio a calor extremo
População civil enfrenta risco de escassez de água potável e eletricidade em temperaturas extremas se infraestrutura crítica continuar sendo alvo de ataques.