Em setembro, a Apple deverá revelar ao mundo o seu primeiro iPhone dobrável — o iPhone Ultra —, mas a promessa chegará antes do produto em si para a maioria dos consumidores. Limitações na produção da dobradiça, fragilidades no ecrã e uma capacidade fabril restrita a cerca de dez milhões de unidades obrigam a empresa a repetir a estratégia já vista com o Vision Pro: lançar primeiro nos Estados Unidos e deixar o resto do mundo à espera de dois a três meses. É o preço habitual de ser pioneiro numa categoria que ainda procura o seu lugar.