Na interminável corrida humana por fazer mais com menos, a Apple prepara-se para cruzar uma nova fronteira: os processadores de 2 nanómetros da TSMC, que equiparão o iPhone 18 Pro, prometem 18% mais velocidade e 30% menos consumo energético através de uma arquitetura que envolve o transistor por todos os lados. É um salto genuíno na engenharia de semicondutores — mas, como tantas vezes acontece com o progresso, chega com uma fatura: o custo de produção sobe 80%, e essa diferença encontrará o seu caminho até à carteira do consumidor.