No calor de um julgamento disciplinar, a linha entre a verdade e a circulação digital se mostrou perigosamente tênue: o Internacional apresentou ao STJD um áudio de paródia das redes sociais como se fosse comunicação oficial do VAR, erro reconhecido pelo clube e pelo escritório de defesa no dia seguinte. O episódio não aponta para má-fé declarada, mas revela como a pressa em construir uma defesa pode comprometer a integridade do próprio argumento. Em um tribunal onde a credibilidade das provas é tudo, a admissão do equívoco abre uma questão que transcende o caso do zagueiro Victor Gabriel: com