Em um movimento que revela a tensão permanente entre segurança e inclusão, o INSS abriu mão da biometria facial como requisito obrigatório para a contratação de crédito consignado por aposentados e pensionistas. A decisão, justificada pela necessidade de alcançar beneficiários com limitações físicas ou afetados por suspensões eleitorais do sistema, representa uma reversão da política adotada apenas meses antes, em resposta a escândalos de fraude. No horizonte, especialistas advertem que cada camada de proteção removida é também uma porta entreaberta para novos riscos.
INSS dispensa biometria facial para empréstimo consignado; especialistas alertam para riscos
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