Em tempos em que a dependência digital aprofunda a vulnerabilidade das nações, Portugal confronta uma verdade antiga com urgência nova: proteger o que é essencial não é um exercício técnico, mas um ato de soberania. Energia, água, saúde, comunicações e finanças formam uma teia tão interligada que a falha de um fio pode desfazer o tecido inteiro. O país dispõe já de legislação e de um centro de cibersegurança, mas a distância entre ter leis e ter resiliência real é o espaço onde o futuro se decide.