Em meio a uma cultura digital que frequentemente exibe vidas sociais exuberantes, um grupo de mulheres escolheu documentar o oposto: noites solitárias, refeições sem companhia, fins de semana em silêncio. O que começou como confissão pessoal tornou-se fenômeno coletivo, reunindo milhões de pessoas que reconhecem em si mesmas esse isolamento raramente nomeado. A questão que emerge não é se a solidão é boa ou má, mas se a sociedade permite que alguém a viva sem vergonha.