Na Argentina de Javier Milei, julho trouxe um sinal de alerta: a inflação mensal subiu a 2,1%, interrompendo três meses de desaceleração e frustrando a expectativa de economistas. O dado, divulgado pelo Indec, não representa uma crise, mas lembra que o caminho da desinflação raramente é linear — e que fatores sazonais, como férias de inverno e Copa do Mundo, podem embaralhar narrativas de progresso. O governo mantém seu otimismo, mas a tensão entre controlar preços e sustentar o crescimento segue como o dilema central desta experiência econômica.