O futebol mundial aproxima-se de um momento raro: uma eleição presidencial na Fifa que pode, de fato, ser contestada. Gianni Infantino, que governa a entidade desde 2016, busca um terceiro mandato, mas uma coalizão de confederações europeias, americanas e asiáticas sinalizou que pretende oferecer uma alternativa real. Em Rabat, em março de 2027, o que está em jogo não é apenas um cargo, mas a visão de quem deve controlar o futebol — e a quem ele deve servir.