Em um país onde o trabalho define o acesso ao crédito, os dados do Banco Central revelam uma fratura silenciosa: enquanto servidores públicos pagam suas dívidas com crescente regularidade, trabalhadores da iniciativa privada enfrentam a maior inadimplência no consignado desde 2011. A flexibilização das regras em julho de 2025 abriu as portas do crédito a quem tem menos estabilidade — e o mercado começa a cobrar essa conta.