Num único dia de negociação, as ações da Impresa — dona da SIC e do Expresso — dispararam mais de 30%, com um volume 14 vezes superior à média histórica, acrescentando cerca de 10 milhões de euros à sua capitalização bolsista. Nenhuma explicação foi avançada pela empresa nem pela CMVM, deixando o mercado suspenso entre a hipótese de informação privilegiada ainda não revelada e a possibilidade de pura especulação. O silêncio das instituições, quando um título se move com esta violência, é tão eloquente quanto qualquer comunicado.