Em Pequim, uma pequena empresa chamada Neuracle Technology cruzou uma fronteira que a medicina levava décadas tentando alcançar: seu implante cerebral NEO recebeu aprovação regulatória para uso clínico em pacientes com tetraplegia, tornando-se a primeira interface cérebro-computador invasiva a deixar o laboratório e entrar na clínica como dispositivo médico legítimo. O que parecia ficção científica — traduzir intenções cerebrais em movimento através de inteligência artificial — agora segue o mesmo caminho histórico dos marcapassos e implantes cocleares. A conquista, porém, carrega consigo uma
Implante cerebral chinês NEO marca transição histórica da pesquisa para prática clínica
Pacientes com tetraplegia causada por lesão medular cervical recuperam capacidades motoras perdidas através do implante, permitindo ações como escrever o próprio nome.