Na ilha grega de Syros, onde gatos abandonados habitam ruas e abrigos improvisados, um projeto chamado Cyros Cats transforma o cuidado animal em uma forma de intercâmbio humano: voluntários de qualquer parte do mundo oferecem cinco horas diárias de trabalho e recebem em troca teto, café da manhã e contas pagas. É um arranjo que revela como comunidades insulares enfrentam crises silenciosas de abandono animal — e como o afeto, inclusive o abraço obrigatório aos felinos, pode ser elevado à categoria de tarefa essencial.