Em meio à aproximação das eleições de outubro, o Ibovespa acumula queda de 7% na primeira quinzena de agosto, refletindo a confluência de três forças que raramente se alinham ao mesmo tempo: a precificação do risco político doméstico, a rotação global de capital em direção à tecnologia americana e a tensão diplomática com os Estados Unidos. O mercado não está em pânico, mas está em espera — e essa espera tem um preço que os investidores pagam a cada pregão.