Julho encerrou com o Ibovespa em alta de 3,47%, mas o número agregado oculta uma profunda divergência de destinos entre setores. A mineração e a distribuição de combustíveis celebraram — uma por razões técnicas e efêmeras, a outra por fundamentos sólidos —, enquanto construtoras, siderúrgicas e varejistas carregaram o peso de juros elevados, crédito apertado e um consumidor cada vez mais pressionado. O mercado, como sempre, não conta uma história única: conta muitas ao mesmo tempo.