No cruzamento entre a fortuna tecnológica e o mundo dos super iates, Nik Storonsky, CEO da Revolut, vê-se agora diante de um tribunal londrino acusado de ter contornado uma comissão de 17,5 milhões de euros devida à Cecil Wright & Partners. O caso levanta uma questão antiga sobre lealdade comercial: até onde vai a obrigação de quem recebe conselho antes de agir por conta própria? Numa indústria onde a discrição e a confiança são moeda corrente, este litígio pode redefinir as regras não escritas do mercado de iates de luxo.