À medida que a inteligência artificial avança para dentro das salas de aula, uma revisão abrangente de 28 estudos com quase 4.600 alunos revela que tutores de IA podem superar o ensino tradicional — mas apenas quando o design pedagógico orienta a tecnologia, e não o contrário. A distinção entre uma ferramenta que entrega respostas e uma que cultiva o pensamento é, no fundo, a mesma distinção entre instrução e educação. O Brasil, que já deu passos concretos com o Piauí tornando IA disciplina obrigatória, enfrenta agora a questão mais profunda: para quem essa transformação será acessível?