Desde os anos 1880, o retrato falado acompanha a justiça humana como uma tentativa de dar rosto ao desconhecido. Em Mato Grosso do Sul, a Polícia Científica incorporou a inteligência artificial não como substituta do olhar humano, mas como refinadora dele — aprimorando texturas, sombras e iluminação sobre imagens já construídas a partir da memória de quem sofreu. A técnica centenária persiste, agora ampliada por ferramentas digitais e por uma metodologia online que promete levar esse recurso especializado até os municípios mais distantes do estado.
IA moderniza retrato falado na Polícia Científica de MS
Jovem de 19 anos vítima de estupro em Paranaíba teve seu caso utilizado como exemplo da aplicação da tecnologia de retrato falado.