Numa quinta-feira carregada de incerteza, Wall Street cedeu ao peso de dois medos antigos e sempre renovados: a guerra que ameaça as rotas do petróleo e a dúvida sobre se a tecnologia do futuro pagará o que hoje se investe nela. Com o barril a ultrapassar os cem dólares e a Alphabet a revelar gastos em inteligência artificial que quase duplicaram sem convencer os mercados, os investidores escolheram a prudência — e o recuo. O momento recorda-nos que os mercados não temem apenas o que acontece, mas sobretudo o que pode ainda acontecer.