Em um momento em que a paternidade é cada vez mais questionada como destino inevitável, homens jovens na Inglaterra e nos Estados Unidos escolhem a vasectomia antes dos 30 anos — movidos não por acaso, mas por traumas vividos, supostos sustos e uma clareza deliberada sobre o tipo de vida que desejam construir. O procedimento, simples em sua execução, carrega o peso de uma decisão permanente que a medicina pede que seja tomada com cautela, especialmente entre os mais jovens. O que emerge dessas histórias é menos uma rejeição da vida familiar e mais uma afirmação de autonomia sobre o próprio cor