Enquanto o mundo avança no controle do HIV, a América Latina nada contra a corrente: entre 2010 e 2025, a região acumulou crescimento consistente de novas infecções, e o Brasil registrou mais de 39 mil casos apenas em 2024. O fenômeno não é apenas epidemiológico — é um espelho de desigualdades no acesso à informação, do estigma que silencia e da distância entre as ferramentas de prevenção disponíveis e as pessoas que delas mais precisam. O SUS oferece respostas concretas, como a PrEP e a PEP, mas sua eficácia depende de algo que nenhum medicamento sozinho pode fornecer: o encontro entre conhec
HIV em alta na América Latina; SUS oferece PrEP e PEP para prevenção
Cada nova infecção por HIV representa necessidade de acompanhamento e tratamento ao longo da vida, com possíveis complicações clínicas, hospitalizações e impacto significativo na vida das pessoas e contexto social.