Grupo agropecuário de Barretos entrou com cautelar para congelar cobranças por 60 dias e renegociar dívidas com credores como Sicoob, Safra e Banco do Brasil. Morte de Izonel em 2024 levou bancos a endureceram linhas de crédito; investimentos em fazenda no Tocantins não geraram retorno esperado, agravando insolvência.