Na Serra de São Vicente, perto de Toledo, um único relato — um motorista que jura ter visto uma juba imponente ao amanhecer — foi suficiente para lembrar às autoridades que a fronteira entre o selvagem e o civilizado pode ser mais ténue do que se imagina. A Guardia Civil mobilizou helicópteros, drones e patrulhas terrestres não porque a ameaça fosse certa, mas porque a incerteza, quando envolve um predador, exige respeito. Nenhum leão foi dado como desaparecido, e a explicação pode ser tão simples quanto um cão de grande porte visto sob luz enganosa — mas até que a verdade se imponha, a prudên