Após seis anos de exílio voluntário na Califórnia, o príncipe Harry e Meghan Markle preparam-se para regressar ao Reino Unido antes do final de agosto, instalando-se numa residência privada nos arredores de Londres com os filhos Archie e Lilibet. O regresso não representa uma reconciliação institucional com a monarquia, mas talvez algo mais subtil e mais humano: a tentativa de reconstruir laços familiares fraturados pelo tempo, pela doença e pela distância. Como tantas histórias de partida e retorno, esta carrega o peso do que ficou por dizer e a esperança frágil do que ainda pode ser reparado