A Grande Barreira de Coral, ferida pelo branqueamento massivo de 2024, oferece ao mundo um sinal cauteloso de esperança: entre agosto de 2025 e junho de 2026, cientistas australianos documentaram crescimento coralino em duas das suas três regiões, impulsionado por monções que amenizaram as temperaturas do mar. É uma pausa no declínio, não uma vitória — um lembrete de que a natureza pode respirar quando as circunstâncias permitem, mas que a sua resiliência depende, em última análise, das escolhas humanas ainda por fazer.