Silenciosa como uma maré que sobe sem aviso, a esteatose hepática afeta milhões de brasileiros sem que eles saibam — e uma pesquisa do Datafolha revela que, embora 62% da população se preocuparia profundamente ao receber o diagnóstico, um quarto sequer conhece as formas de identificá-la. O fígado acumula gordura em resposta a escolhas cotidianas — o que se come, o quanto se move, o que se bebe —, e é nesses mesmos gestos do dia a dia que reside a possibilidade de reversão. A medicina, neste caso, não pede heroísmo: pede atenção.