Numa corrida onde cada semana conta, a Google admitiu silenciosamente que o seu modelo de inteligência artificial mais avançado, o Gemini 3.5 Pro, não chegará aos utilizadores quando prometido — nem em junho, nem em julho, mas num horizonte ainda indefinido. O mercado respondeu com a única linguagem que conhece, derrubando quase 5% das ações da Alphabet, enquanto dentro da empresa cresce a consciência de que o atraso é sintoma de algo maior do que um simples deslize de calendário. Numa era em que a liderança tecnológica se mede em meses, ficar para trás é uma vulnerabilidade que nenhum comunic