A GOL Linhas Aéreas, recém-chegada ao mercado intercontinental com seu primeiro voo entre o Rio de Janeiro e Nova York, já projeta um horizonte mais amplo: a companhia anuncia planos para construir uma frota robusta de jatos de grande porte, sinalizando que a estreia transatlântica foi apenas o primeiro passo de uma transformação mais profunda. O CEO Celso Ferrer, ao falar com a imprensa após aquele voo inaugural, revelou uma ambição que vai além dos números — trata-se de reposicionar a GOL como protagonista do transporte aéreo internacional brasileiro.