Há uma conversa silenciosa entre o que comemos e a velocidade com que envelhecemos — e a ciência começa a decifrar seus termos. Pesquisadores das universidades de Jilin e Médica da China demonstraram, com o auxílio de inteligência artificial e dados do UK Biobank, que níveis elevados de glicose no sangue estão associados a um envelhecimento cerebral biologicamente acelerado. Entre nove fatores metabólicos analisados, a glicose foi o que mais pesou na balança do tempo — não como destino, mas como advertência sobre escolhas que ainda podem ser feitas.