Há 290 milhões de anos, antes mesmo dos dinossauros, uma árvore já guardava em suas folhas a memória do planeta. O Ginkgo Biloba — fóssil vivo, símbolo de renascimento e objeto de estudo da neurociência moderna — atravessa eras geológicas para chegar às mochilas de jovens que buscam, em sua antiga sabedoria, uma resposta para os desafios cognitivos do presente. O que a medicina chinesa cultivou por milênios, a ciência contemporânea agora confirma: essa relíquia botânica carrega compostos que favorecem a memória, a circulação cerebral e a proteção dos tecidos nervosos.