Na noite de domingo, em Copacabana, o tempo parou por alguns instantes para Gilberto Gil — 84 anos de história musical brasileira contidos entre as paredes de um elevador parado. O Corpo de Bombeiros respondeu com prontidão, e o artista saiu ileso, transformando um susto doméstico em algo mais raro: um encontro genuíno entre uma instituição pública e um ícone cultural, mediado pelo humor e pela leveza que sempre definiram o músico.