Na quarta-feira, o USS George Washington — porta-aviões nuclear normalmente ancorado no Japão como contrapeso à China — atracou no Oriente Médio para substituir o USS Abraham Lincoln, exausto após meses de missão no conflito com o Irã. O gesto não é administrativo: é uma declaração de prioridades, um reconhecimento de que nenhum poder, por maior que seja, consegue estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Ao escolher o Oriente Médio, Washington aceita, conscientemente, uma lacuna no Pacífico — e o mundo inteiro lê essa escolha.
George Washington no Oriente Médio envia sinal estratégico aos países do Pacífico
Familiares de militares a bordo manifestaram preocupação com saúde mental da tripulação e condições no porta-aviões durante missão prolongada.