Em um país que construiu sua identidade energética sobre o etanol, o Brasil aprova mais um avanço na mistura da gasolina — agora para 32% — buscando autossuficiência e economia. Mas cada decisão que olha para o futuro carrega o peso do passado: milhares de veículos antigos, alguns de coleção, outros de necessidade, foram projetados para um mundo diferente, e seus tanques de aço, mangueiras de borracha e carburadores não votaram nessa transição.