Nas entranhas de uma chaminé vitoriana em Watford, trabalhadores encontraram aquilo que gerações anteriores preferiram manter invisível: uma garrafa do século XIX contendo dentes humanos, anzóis e fragmentos de vidro, selada como barreira simbólica contra forças que seus criadores acreditavam ser capazes de invadir o lar. O achado, identificado como provável garrafa de bruxa, pertence a uma tradição documentada em mais de cem exemplares na Grã-Bretanha e lembra que o medo — e as respostas humanas a ele — também se preserva nas paredes das casas. Mais do que curiosidade arqueológica, o objeto é