A ONU aprovou resolução reconhecendo escravidão como crime contra humanidade, mas EUA e nações europeias rejeitaram ou se abstiveram de apoiar. Reino Unido e Portugal, principais potências no tráfico transatlântico, rejeitam reparações; Igreja Anglicana criou fundo de US$ 135 milhões para comunidades afetadas.
Gana lidera movimento global por reparações da escravidão aos EUA e Europa
Entre 10% e 15% dos aproximadamente 12 milhões de africanos forçadamente removidos de suas casas originaram-se do que é hoje Gana, com impactos sociais e econômicos persistentes até hoje.
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