No cruzamento entre soberania tecnológica e disputa comercial, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu nesta quinta-feira o PIX como uma conquista de eficiência e inclusão, não um instrumento de protecionismo. Diante de acusações americanas de que o Brasil favorece seu próprio sistema de pagamentos em detrimento de empresas estrangeiras, Galípolo respondeu com um argumento que inverte a lógica da controvérsia: um país que compartilha sua tecnologia com 47 bancos centrais ao redor do mundo não está fechando mercados — está construindo pontes. A disputa revela, no fundo, uma te