No limiar de uma reconstrução ambiciosa, o empresário mexicano Gabriel de Alba desceu ao gramado do Nilton Santos para olhar nos olhos dos jogadores do Botafogo e prometer mais do que dinheiro: presença, crença e um projeto de longo prazo. Com cerca de R$ 255 milhões já investidos e a obrigação contratual de manter o clube entre as maiores folhas salariais do Brasil, de Alba chega num momento de crise esportiva aguda — uma derrota histórica de 6 a 1 na Sul-Americana — e escolhe transformar a adversidade em declaração de intenções. A pergunta que o futebol sempre faz aos novos donos — você fica