Em Aparecida de Goiânia, uma jovem de 22 anos que recebia três mil reais mensais passou a exibir riquezas incompatíveis com sua renda — carro zero, iPhone de alto valor, tatuagens caras e apostas em jogos online. As câmeras do supermercado onde trabalhava registraram o que os números já sugeriam: cédulas desaparecendo antes de chegar ao caixa. O caso nos lembra que a distância entre o que se ganha e o que se ostenta raramente permanece invisível por muito tempo.