Frio em Cuiabá: especialista alerta para prevenção de doenças respiratórias

Quando as vias aéreas ficam ressecadas, elas perdem sua capacidade de barrar vírus
Explicação do pediatra sobre por que o inverno cuiabano aumenta a vulnerabilidade a infecções respiratórias.

A cada inverno, Cuiabá repete um ciclo antigo: o frio seca o ar, o ar seco fragiliza as vias respiratórias, e as vias fragilizadas abrem caminho para vírus e bactérias. Gripes, bronquites e pneumonias não são surpresas — são consequências previsíveis de uma estação que chega pontualmente. O que muda, a cada ano, é apenas o quanto cada pessoa esteve preparada para recebê-la.

  • Com a queda das temperaturas em Cuiabá, consultórios médicos registram aumento imediato de casos de gripe, bronquite, sinusite e pneumonia.
  • O ar seco do inverno cuiabano compromete a barreira natural das vias respiratórias, tornando o organismo mais vulnerável a infecções.
  • Crianças, idosos e imunocomprometidos enfrentam risco elevado e são o foco principal dos alertas do infectologista Sandoval Carneiro Filho, da Unimed Cuiabá.
  • A vacinação é apontada como a medida mais eficaz — e o Núcleo de Vacinação da Unimed está aberto para atendimento imediato, com ou sem cartão de vacinação em mãos.
  • Telemedicina e pronto atendimento online ampliam o acesso à orientação médica para quem prefere não sair de casa durante o período de maior circulação viral.

Quando o termômetro cai em Cuiabá, os consultórios enchem. Gripes, resfriados, bronquites, crises de asma e pneumonias seguem um padrão tão regular quanto o próprio inverno. O frio, sozinho, não é o único culpado: é a combinação entre a maior circulação de vírus respiratórios e o ar seco característico da estação que resseca as mucosas e enfraquece a defesa natural do organismo.

Sandoval Carneiro Filho, pediatra e infectologista da Unimed Cuiabá, resume o que realmente funciona: vacinação. Antes de qualquer outra medida, a carteira de vacinação precisa estar atualizada — especialmente para crianças, idosos e pessoas imunocomprometidas, que já iniciam a estação em maior vulnerabilidade.

A Unimed disponibiliza seu Núcleo de Vacinação para atendimento direto, sem burocracia: basta apresentar documento de identidade, e o cartão de vacinação pode ser emitido na hora caso o paciente não o tenha. Hidratação, proteção das vias respiratórias e evitar aglomerações completam os cuidados recomendados. Para quem prefere não sair de casa, a cooperativa oferece telemedicina e pronto atendimento online pelo aplicativo e site.

O inverno cuiabano é previsível. O aumento de doenças respiratórias que ele traz também. Mas previsível não significa inevitável — e a diferença entre adoecer ou não, muitas vezes, começa com uma vacina.

Quando o termômetro cai em Cuiabá, algo muda no ar — literalmente. As temperaturas mais baixas trazem consigo um aumento visível nos consultórios: mais gripes, mais resfriados, mais bronquites, mais crises de asma, mais sinusites, mais pneumonias. O padrão é tão previsível quanto a estação que o provoca.

O culpado não é apenas o frio em si. Quando as temperaturas caem, a circulação de vírus respiratórios intensifica-se. Ao mesmo tempo, o ar seco característico do inverno cuiabano resseca as vias respiratórias — e aí está o problema real. Essas vias, quando ressecadas, perdem sua capacidade natural de barrar a entrada de vírus e bactérias. O corpo fica mais vulnerável. A infecção encontra um caminho mais fácil.

Sandoval Carneiro Filho, pediatra e infectologista da Unimed Cuiabá, vê essa dinâmica todos os dias. Ele é claro sobre o que funciona: vacinação. Não é glamouroso, não é novo, mas é fundamental. "A imunização é a principal forma de prevenção", diz ele. Antes de qualquer outra medida, antes de qualquer remédio caseiro ou cuidado complementar, a carteira de vacinação precisa estar em dia. É o primeiro passo, o mais importante.

O alerta de Carneiro Filho é direcionado a quem mais sofre com essas doenças: crianças cujos sistemas imunológicos ainda estão se desenvolvendo, idosos cujas defesas naturais enfraqueceram com o tempo, e pessoas imunocomprometidas que já começam a estação em desvantagem. Para esses grupos, a vacinação não é apenas recomendada — é essencial.

A Unimed Cuiabá colocou seu Núcleo de Vacinação à disposição para atender essa demanda. Basta aparecer com um documento de identidade e o cartão de vacinação. Se não tiver o cartão, emitem um novo na hora. É simples, é acessível, é ali.

Além da vacinação, existem gestos cotidianos que ajudam. Manter-se hidratado, proteger as vias respiratórias do ar seco, evitar aglomerações — nada disso é revolucionário, mas tudo isso importa quando combinado. A cooperativa também oferece telemedicina através de seu aplicativo e site, com um serviço de pronto atendimento online para quem não quer sair de casa ou precisa de orientação rápida.

O inverno cuiabano é previsível. Sua chegada traz consigo um aumento previsível de doenças respiratórias. Mas esse aumento não é inevitável — é apenas o que acontece quando as pessoas não se preparam. Quem se vacina, quem cuida das vias respiratórias, quem busca orientação médica quando precisa, reduz significativamente seu risco. A estação virá. A questão é se você estará pronto.

A imunização é a principal forma de prevenção
— Sandoval Carneiro Filho, pediatra e infectologista da Unimed Cuiabá
Quando as vias aéreas ficam ressecadas, elas perdem parte da sua capacidade de impedir a entrada de vírus e bactérias, tornando o organismo mais suscetível às infecções
— Sandoval Carneiro Filho
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
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Por que o inverno em Cuiabá é tão problemático para as vias respiratórias? Não é só o frio?

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Não é só o frio. É a combinação: temperatura baixa, ar muito seco e mais vírus circulando. O ar seco é o vilão silencioso — resseca as mucosas que normalmente protegem você.

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E por que a vacinação é tão importante se estamos falando de um problema de ar seco?

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Porque a vacinação prepara seu corpo para lutar contra os vírus que estão circulando. Mesmo com as vias respiratórias ressecadas, um corpo vacinado consegue se defender melhor.

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Quem corre mais risco?

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Crianças pequenas, idosos e pessoas com o sistema imunológico comprometido. São os que têm menos defesa natural.

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Se alguém não se vacinou, é tarde demais?

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Não. Pode procurar o Núcleo de Vacinação da Unimed a qualquer momento. Leva documento e cartão de vacinação — ou eles emitem um novo se não tiver.

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E se a pessoa já está doente?

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Aí entra a telemedicina. Pode consultar online pelo aplicativo ou site da Unimed sem sair de casa.

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Então basicamente é: vacine-se agora, cuide do ar que respira, e procure ajuda se ficar doente?

Model

Exatamente. Simples, mas eficaz.

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