Modelo matemático da FGV projeta França com 76,9% de chance contra Iraque

França tem 76,9% de chance; Iraque, apenas 7,3%
Projeção da FGV/EMAp para o confronto de segunda-feira na Copa do Mundo 2026.

Quando a matemática encontra o futebol, ela não elimina a incerteza — apenas a quantifica com elegância. A Escola de Matemática Aplicada da FGV, em sua terceira edição de modelagem preditiva para Copas do Mundo, projeta a França como favorita esmagadora diante do Iraque, com 76,9% de probabilidade de vitória, calculada por métodos bayesianos e Dixon-Coles aplicados em milhares de simulações. O confronto acontece nesta segunda-feira em Filadélfia, e o que os números não podem garantir é justamente o que torna o jogo digno de ser assistido.

  • A França chega com favoritismo quase absoluto: 76,9% de chance de vitória contra apenas 7,3% do Iraque, segundo o modelo da FGV.
  • O empate aparece como segunda hipótese mais provável, com 15,8%, revelando que a surpresa total é improvável, mas não impossível.
  • O placar mais esperado é 2 a 0 para a França, com 14,9% de probabilidade — três resultados juntos cobrem mais de um terço de todos os cenários mapeados.
  • O modelo combina abordagem bayesiana com o método Dixon-Coles em milhares de simulações computacionais, conferindo rigor estatístico às projeções.
  • A partida acontece às 18h em Filadélfia e será transmitida pela CazéTV no YouTube, colocando as projeções à prova diante de qualquer espectador.

A Fundação Getúlio Vargas entrou em campo antes mesmo do apito inicial: seu modelo matemático projeta a França como favorita esmagadora contra o Iraque, com 76,9% de probabilidade de vitória. Para o Iraque, restam apenas 7,3% de chance de surpreender, enquanto o empate ocupa 15,8% dos cenários possíveis.

A metodologia combina um modelo bayesiano com a abordagem Dixon-Coles, rodados em milhares de simulações computacionais. Esta é a terceira Copa do Mundo para a qual a Escola de Matemática Aplicada da FGV constrói um modelo preditivo, consolidando uma tradição de aplicar rigor quantitativo ao esporte mais popular do planeta.

Os placares mais prováveis apontam para uma vitória francesa por 2 a 0 (14,9%), seguida por 1 a 0 (13,6%) e 2 a 1 (8,1%) — juntos, esses três resultados concentram mais de um terço de todas as possibilidades mapeadas. O jogo acontece nesta segunda-feira às 18h, horário de Brasília, em Filadélfia, com transmissão pela CazéTV no YouTube — onde qualquer torcedor poderá acompanhar se o Iraque consegue desafiar o que os números dizem.

A Fundação Getúlio Vargas colocou seus números no confronto entre França e Iraque desta segunda-feira, 22 de junho, e o resultado é inequívoco: a seleção francesa chega como favorita esmagadora. Segundo o modelo matemático desenvolvido pela Escola de Matemática Aplicada da instituição, a França tem 76,9% de probabilidade de vencer, deixando apenas 15,8% de chance para um empate e 7,3% para uma vitória iraquiana.

O cálculo que produziu essas projeções combina dois métodos estatísticos sofisticados: um modelo bayesiano integrado à abordagem Dixon-Coles, aplicados em milhares de simulações computacionais. Não é a primeira vez que a FGV/EMAp se dedica a essa tarefa. Esta é a terceira edição da Copa do Mundo para a qual a escola constrói um modelo preditivo, mantendo uma tradição institucional de aplicar métodos quantitativos rigorosos ao futebol em seus momentos mais importantes.

Mas qual será o resultado mais provável? O estudo aponta que a vitória francesa por 2 a 0 é o cenário mais esperado, com 14,9% de probabilidade. Logo atrás vem o triunfo por 1 a 0, com 13,6% de chance. O terceiro resultado mais provável é uma vitória por 2 a 1, com 8,1%. Juntos, esses três placares concentram mais de um terço de todas as possibilidades mapeadas pelo modelo.

A partida acontece nesta segunda-feira às 18 horas, horário de Brasília, na cidade de Filadélfia, nos Estados Unidos. Como todas as outras partidas da Copa do Mundo 2026, o jogo terá transmissão pela CazéTV no YouTube, permitindo que qualquer pessoa acompanhe se as projeções matemáticas se confirmam ou se o Iraque consegue surpreender as probabilidades.

O confronto promete domínio avassalador da seleção francesa, com favoritismo expressivo e espaço muito reduzido para qualquer reação iraquiana
— Análise da Escola de Matemática Aplicada da FGV
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que a FGV escolheu justamente esses dois métodos estatísticos para fazer a previsão?

Model

O modelo bayesiano permite que a gente atualize as probabilidades conforme novas informações chegam, e o Dixon-Coles é particularmente bom em capturar padrões de gols no futebol. Juntos, eles conseguem simular milhares de cenários possíveis.

Inventor

E como a instituição consegue dados confiáveis para alimentar um modelo assim?

Model

Usam histórico de desempenho das seleções, confrontos anteriores, força relativa dos times. Quanto mais dados, mais preciso fica o modelo. Mas futebol sempre tem surpresas.

Inventor

Essa é a terceira Copa do Mundo que a FGV faz isso. Os modelos anteriores acertaram?

Model

A história do futebol está cheia de favoritos que caem. O modelo diz o que a matemática enxerga, mas o jogo tem 90 minutos para acontecer.

Inventor

Se a França tem 76,9% de chance, por que não é 80% ou 90%?

Model

Porque o Iraque não é um time sem chance nenhuma. Tem 7,3% de probabilidade de ganhar. Futebol é assim: mesmo o favorito absoluto deixa espaço para o improvável.

Inventor

E se o resultado for 3 a 0? O modelo previu isso?

Model

Previu, mas com probabilidade menor. O modelo mapeia todos os placares possíveis, mas concentra as maiores chances nos cenários mais prováveis.

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