Em Brasília, no limiar de um grande congresso científico, vozes que raramente ocupam o centro das decisões — pacientes, movimentos sociais, gestores locais — se reuniram para afirmar um princípio antigo e ainda incompleto: que nenhuma política de saúde é legítima sem a participação de quem ela pretende curar. O 2º Fórum de Doenças Negligenciadas não debateu a falta de ciência ou de remédios, mas algo mais difícil de resolver: a distância entre o que existe e o que chega. Tuberculose, malária e doença de Chagas continuam a ceifar vidas não por ausência de resposta técnica, mas por ausência de e
Fórum debate participação social em políticas públicas para doenças negligenciadas
Doenças negligenciadas como tuberculose, malária e doença de Chagas afetam principalmente pessoas em situação de maior vulnerabilidade social, com acesso desigual a diagnóstico e tratamento.