Em meio à proliferação silenciosa dos fones Bluetooth no cotidiano de bilhões de pessoas, o especialista em longevidade Patricio Ochoa trouxe ao debate público uma distinção fundamental: o perigo não mora nas ondas eletromagnéticas, classificadas como não ionizantes e incapazes de alterar o DNA humano, mas no volume excessivo que corrói, sem dor e sem aviso, as células do ouvido interno. A Organização Mundial da Saúde estima que mais de um bilhão de jovens caminham para a surdez precoce — não por causa da tecnologia em si, mas pela forma como escolhem usá-la. É um lembrete antigo em embalagem
Fones Bluetooth e saúde auditiva: especialista alerta sobre riscos reais do uso contínuo
Mais de um bilhão de jovens globalmente enfrentam risco de surdez precoce e perda auditiva irreversível por uso inadequado de fones de ouvido.