Em um momento em que a relação entre cidadão e Estado permanece marcada por filas, papéis e distâncias, o senador Flávio Bolsonaro apresenta ao Brasil uma visão de governo onde a tecnologia assume o papel de mediadora universal entre o povo e seus direitos. O plano, registrado no TSE nesta semana, propõe digitalizar integralmente os serviços públicos e empregar inteligência artificial para tornar acessível o que hoje permanece burocrático e distante. É uma aposta na ideia de que o Estado mais justo não é necessariamente o maior, mas o mais inteligente.